A obra errante é viagem e estrada: a trajetória de uma cópia do David de Michelangelo e outras possíveis histórias da arte

Diego Souza de Paiva - Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Resumo


O artigo aborda a trajetória de uma cópia do David de Michelangelo, que veio a se integrar ao acervo do Instituto Ricardo Brennand (Recife/PE), ao final de 2010. Encomendada no ano de 2000 para decorar o jardim de um restaurante em Curitiba, a peça foi considerada um “objeto de mal gosto” e pivô de uma série de questões, até ser leiloada e adquirida pelo instituto pernambucano, passando por uma verdadeira metamorfose e construindo para si outros sentidos. Considerada em sua biografia e a partir das questões que mobilizou, a cópia se revelou um “objeto inquieto”, privilegiado para se discutir outras histórias possíveis da arte, ao considerar os sentidos das obras de arte não fixos em um determinado espaço-tempo, mas instáveis e construídos em suas trajetórias.  


Palavras-chave


Trajetória; Cópia; David de Michelangelo; História da Arte; Instituto RB.

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DOI: https://doi.org/10.24978/mod.v2i2.1066

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