A antropologia política da imagem na XVII Bienal de Fotografia da Cidade do México

Virginia Gil Araujo - Universidade Federal de São Paulo

Resumo


O ensaio interroga os modos como a mais recente produção fotográfica exposta na XVII Bienal de Fotografía da cidade do México (2016) se articula com a proposta da curadoria da exposição e com a função social do Centro de la Imagen como instituição pública empenhada em abandonar posições restritivas e adotar discursos inclusivos. A partir dos múltiplos desvios que colocam em crise a fotografia documental, a autora busca entender a fotografia contemporânea no México como experiência imersiva que circunscreve as profundas mudanças no imaginário social. Para elucidar tal problemática, busca articular a crítica aos apontamentos teóricos e conceituais.


Palavras-chave


Fotografia contemporânea; antropologia; políticas da imagem; exposições fotográficas, México.

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DOI: https://doi.org/10.24978/mod.v2i3.2372

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