Estranho, um cara comum, processos de criação de um corpo em arte

Flávio Rabelo

Resumo


Neste artigo, traçarei algumas considerações sobre o processo criativo inicial da série ,CorpoEstranho,; pesquisa situada no terreno da performance art. Busco Refletir o surgimento da série a partir do cruzamento de três vetores de afeto, caracterizados como encontros gerados no vazio. Foram eles: a obra Vidas Secas de Graciliano Ramos, o outro Estranho das ruas e a potência da própria corporeidade em ação. A performance Estranho, um cara comum, que dá origem a série, surge como reflexão sobre os limites entre o (in)visível nas cidades, o corpo em arte e os estados de solidão do homem contemporâneo.

Palavras-chave


Processos criativos; Corpo em arte; Performance art.

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Referências


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ISSN 2176-9516

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