A figuração do artista como configuração da modernidade

Afonso Medeiros

Resumo


Este artigo pretende reiterar o papel do artista e de seu contexto profissional para a configuração da ideia de modernidade. Para tanto, parte-se de uma percepção alargada de modernidade, defendida, entre outros, por Jack Goody e Philadelpho Menezes para, através do método comparativo e transcultural, sublinhar a importância do artista na conceituação da modernidade. Comparando-se especificamente o papel sociocultural do artista na Europa e no Japão no período que se convencionou chamar de “era moderna” e evitando conjecturas excessivamente etnocêntricas, aponta-se para uma revisão do caráter monolítico da modernidade tratando-a, finalmente, como transmodernidade.

 


Palavras-chave


Modernidade; transmodernidade; arte europeia; arte japonesa; estética moderna.

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DOI: https://doi.org/10.24978/mod.v3i2.4141

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